O dia em que descobri a fotografia

Foi em um mês meio chuvoso, meio de sol. Em um dia de tédio, uma tarde sem hobbies. Foi no tempo perfeito, na hora perfeita, minuto perfeito, exato segundo em que deveria ser. Foi em janeiro. A campainha soou sem muito entusiasmo. Quase nunca acontecia. De repente me vi com um pacote nas mãos. Plástico bolha, caixa, isopor, e lá estava ela: a descoberta da minha vida. Não importava o modelo – não era para isso que eu ligava -, o que importava é que ela fotografava. Captava os momentos. Tinha o poder de sentir a emoção das pessoas. E era isso que eu queria. Sentir.

Eu não desvendei o mistério de como captar a emoção através daquelas lentes de imediato. Na verdade, ainda hoje não fiz isso. Mas foi muito mais. Descobri uma paixão inusitada, um brilho, um sorriso, muitos momentos que permaneceriam.

E aí estão, agora: momentos que permaneceram.

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E essa é uma das poucas certezas que tenho. É isso o que eu amo fazer.

 

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